Mostrar mensagens com a etiqueta Receitas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Receitas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 29 de março de 2020

Brownie de batata doce e cacau

No primeiro fim de semana da quarentena, depois de ver montes de gente a partilhar receitas e em que parecia que toda a gente tinha virado chefs, resolvi experimentar a receita de uma amiga do grupo das fitgirls, brownie de batata doce. Tinha todos os ingredientes em casa e a receita era daquelas que eu gostava pois era sem gluten, só com farinhas do bem.

-150 gr de batata doce cozida
- 3 colheres de óleo de coco
- 2 quadradinhos de chocolate preto
- 50 gr de açucar amarelo
- 1 ovo
- 50 gr de farinha de aveia ou amendoa
- 70 gr de cacau
-1 colher de café de fermento e uma de canela
- frutos secos a gosto

Cozer primeiro a batata doce e triturar depois com o óleo de coco e o chocolate preto. Juntar o açucar amarelo, mexer bem e depois juntar o ovo, a farinha, o cacau, o fermento e a canela. Mexer tudo muito bem e envolver os frutos secos.

Levar a forno 180 graus, durante cerca de 20 minutos.

Não é um bolo muito doce, pelo menos se for feito como eu fiz com cacau puro. Ainda assim, comeu-se todo num instante.

Quarentena ou Isolamento Social

Estar em casa em isolamento social tem muito que se lhe diga. Passadas agora 2 semanas desta nova dura realidade em que todos tivemos obrigatoriamente de nos adaptar a circunstancias inesperadas e nos vimos forçados a aceitar ficar fechados em casa sem ver as pessoas que mais amamos como os nossos pais, irmãos, sobrinhos e amigos, senti que precisava escrever um pouco sobre o que tem acontecido por aqui.

No trabalho, estou em teletrabalho. Passámos de um dia para o outro de uma realidade em que o teletrabalho era visto como algo perfeitamente inutil e desnecessário para uma obrigatoriedade, numa empresa que estava ZERO preparada para teletrabalho. A minha e tantas outras obviamente, mas a minha, é a minha realidade. Portanto, não foi fácil a adaptação. Ao mesmo tempo, as escolas fecharam e os meus filhos passaram também eles à realidade do online e das videoconferências e da apresentação de trabalhos tudo via digital. Foi duro. Muito duro. Gerir horários, conflitos, chatices, incompetências alheias, stresses, ansiedades. 

Uma semana antes de todo este reboliço começar eu deixei o meu ginásio, já com o prenuncio que mais cedo ou mais tarde ele teria mesmo de fechar. Assim foi, entrei eu nesta quarentena voluntária e os Fitness Huts fecharam. Como aliás tantas e tantas outras coisas.

Foi com surpresa mas uma enorme alegria que percebi que todos estávamos juntos nisto e que todos tentavam dar o seu melhor para que pudéssemos passar esta fase o melhor possível.

E assim, os Fitness Hut, os treinadores e vários outros ginásios aderiram à nova realidade do confinamento em casa e começaram a dar aulas online gratuitamente em várias plataformas como Instagram, Facebook e YouTube. 

Deste modo, só sucumbia à preguiça e ao sofá, quem quisesse pois ofertas não faltavam. Claro que não é a mesma coisa de estarmos todos juntos mas as minhas amigas do ginásio, as tais do grupo das fitgirls do whatsaap, tornaram-se ainda mais unidas e chegadas. Afinal estamos todas no mesmo barco. E assim vamos partilhando treinos, treinando juntas mesmo em casas diferentes, partilhando receitas, desabafos, piadas. 

E assim se passaram 2 semanas. Ainda estamos no principio dizem uns. Quero crer que rapidamente vamos todos voltar a estar juntos. Até lá, vamos aproveitar o tempo em família o melhor que conseguirmos e aproveitar estes escapes que nos são permitidos graças às tecnologias.

Vamos sair disto ainda mais fortes, mais unidos e mais fits. Vai ficar tudo bem. 

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Tofu gratinado com legumes e molho branco

Hoje o jantar era só para dois pois os miúdos foram dormir a casa de amigos. Como tento fazer estas experiências ou quando estou sozinha ou quando eles têm restos de outra coisa, hoje foi o dia ideal para mais uma experiência. Uma invenção minha, tirada daqui e dali com os ingredientes que tinha em casa.

E adoro quando a coisa corre bem e o prato fica mesmo delicioso.

Então e o que leva esta maravilha?

- 1/2 embalagem de legumes frescos para saltear
- 1 alho francês
- 1 embalagem de Tofu do LIDL biologico
- 1 punhado de abóbora cortada aos cubos (usei congelada)
- Um resto de uma embalagem de legumes com cogumelos, feijão verde e bróculos (pouca)
- Molho soja
- Azeite qb
- Sal qb
- Molho branco, receita da mamã paleo 

Como se faz?

Temperar o Tofu com molho de soja. Numa travessa de ir ao forno, colocar 1 alho francês triturado em pedaçoes, a embalagem de legumes, a abóbora, os outros legumes e sal. Colocar as fatias de tofu espalhadas pela travessa em camadas (umas debaixo dos legums e outras por cima). Regar com um fio de azeite e levar ao forno por cerca de 20 min.

Enquanto está no forno, fazer o molho branco tal como na receita. Depois de feito, espalhar por cima da travessa e levar ao forno a gratinar mais 5 minutos.

DELICIOSO e totalmente VEGAN e sem gluten



Feijoada de Tofu com legumes

Mais uma receita, mais uma boa experiência e confesso que cada vez gosto mais destas experiências. Dá-me imenso gozo inventar e quando percebo que ainda por cima fica bom. É ouro sobre azul.


Atentem nesta maravilha!

O que leva então?

1 embalagem de Tofu (comprei no LIDL biologico)
Molho de Soja qb
1 embalagem de cogumelos frescos
1/2 embalagem de legumes frescos para saltear
1 lata de feijão preto
1/2 lata de molho de tomate (tomate pelado triturado bio preferencialmente)
Azeite qb
Sal qb ou caldo de legumes
1 cebola pequena
Coentros

Como se faz?

Super simples como eu gosto. Temperar o Tofu com o molho de soja. Refogar o azeite na cebola, acrescentar o molho de tomate. Acrescentar os legumes, os cogumelos e o tofu e deixar apurar. Quando estiver quase feito, acrescentar o feijão preto. Se estiver muito seco, acrescentar um pouco de água. Para finalizar pica um mão cheia de coentros e apurar. Mais simples, impossível. E não é que fica delicioso? Dá para 4 refeições.

Para acompanhar fiz bulgur, receita que já partilhei aqui.


domingo, 16 de fevereiro de 2020

Soufflé de bacalhau e camarão lowcarb

A semana passada tinha uma embalagem de bacalhau desfiado para fazer para o jantar e não me estava a apetecer fazer as receitas tradicionais do arroz de bacalhau, bacalhau com natas, à braz, etc. Vi uma receita de soufflé de bacalhau aqui e mais uma vez decidi experimentar, inventando um pouco com os ingredientes que tinha em casa.

O aspecto não ficou famoso mas convenhamos que foi a PRIMEIRA vez que fiz soufflé na vida no entanto estava absolutamente divinal, super saboroso. Estávamos com tanta fome que nem tirei foto dele inteiro mas assim, sempre se consegue ver o interior. 


Então e o que leva este soufflé? 

8 ovos
1 embalagem de bacalhau desfiado
1 cebola
2 mãos cheias de cubos de abóbora
1 alho francês cortado desfiado
1 courgette pequena partida em meias luas
1 embalagem de camarão congelado
4 colheres de sopa de coentros picados
40 ml azeite
30 ml água da cozedura do bacalhau
40 ml de bebida de amêndoa
1 colher de sopa de polvilho doce
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de sumo de limão

Cozer o bacalhau e o camarão. Reservar 30 ml da água da cozedura.
Separar as gemas das claras e bater as claras em castelo com umas gotas de limão.

Numa frigideira colocar o azeite, a cebola picada, o bacalhau cozido, o camarão, a abóbora, a cougette, o alho francês e os coentros e mexer para refogar. Ao fim de uns 5 minutos em lume brando colocar o leite de amêndoa, a água do bacalhau e o polvilho doce. Mexer bem até o molho começar a engrossar.

Retirar do lume e deixar arrefecer um pouco.

Bater as gemas com uma pitada de sal e adicionar lentamente à mistura de bacalhau. Mexer energicamente.

De seguida, envolver o preparado do bacalhau nas claras com muito cuidado para não quebrar. Juntar o fermento.

Dicas pessoais:

Assim devia ser a receita mas a mim a coisa não correu propriamente bem em alguns pontos por isso vou deixar aqui algumas dicas para que não vos aconteça o mesmo que a mim e assim a receita fique ainda melhor.

- Não esquecer a água da cozedura. Eu esqueci-me e já estava a escorrer quando me lembrei. Já não fui a tempo dos 40 ml. Ups.

- A frigideira deve ser bem grande pois os ingredientes fazem algum volume. Se não tiverem uma frigideira grande, mais vale colocarem num tacho. A minha não era suficientemente grande e às tantas já tinha courgettes e abóbora a saltar da frigideira, principalmente na parte do mexer energicamente.

- Quando for para envolver nas claras... envolvam a mistura do bacalhau nas claras e não o contrário. Está-se mesmo a ver que eu fiz o contrário e às tantas já tinha tudo à minha volta cheio de claras em castelo bacalhau e legumes.

- Façam o soufflé com tempo. Não é um prato que se faça depressa. Eu já tinha a família toda de agua na boca à minha volta a pressionar e a perguntar quando é que estava pronto e não, não corre bem com pressão.

Deixadas as dicas, tenho a dizer que mesmo com estes percalços todos, estava mesmo muito bom e todos comeram incluindo miúdos. OK os miúdos puseram de lado a abóbora e a courgete mas pronto, comeram. 





Mais panquecas - As melhores e mais fofas

Todos os fins de semana tenho experimentado receitas de panquecas. Aliás, inventado receitas de panquecas pois uma vez percebendo a ciência da coisa, é ir trocando um ingrediente ou outro, acrescento mais ou menos qualquer coisa e na maioria das vezes sai sempre bem. Depois é acrescentar os nossos toppings favoritos e está feito. Super simples, rico nutricionalmente, lowcarb e sem culpas.

Ora então ponham os olhos nesta maravilha!!!


Então e o que levam estas maravilhosas panquecas?

1 colher de sopa de farinha de aveia integral biológica
1 colher de sopa de linhaça amarela
1 colher de sopa de farinha de coco ou coco ralado
1/2 colher de sopa de farinha de amêndoa
1 banana grande
1 colher de chá cheia de canela
1 ovo
leite de amêndoa sem açucares adicionados qb
1 colher de chá de fermento sem gluten

Misturar todos os ingredientes com uma varinha magica com excepção do fermento e do leite de amêndoa.

Se acharem que a massa está muito grossa coloquem um pouco de leite de amêndoa até a massa ficar fluída (escorrer da colher em fio). Depois acrescentem o fermento e misturem com a colher de sopa.

Aquecer bem a frigideira apenas untada com um pouco de aceite e depois reduzir a temperatura. Colocar uma colher de sopa e esperar uns 2 ou 3 minutos até fazer umas bolhinhas. Virar a panqueca, esperar mais 2 minutinhos e tirar. Continuar o processo até ao fim da massa das panquecas.

Para topping destas resolvi experimentar colocar além do iogurte grego natural do lidl (Milbona), o doce da St Dalfor de mirtilos e arandos sem açucares adicionados.

Digo-vos uma coisa... Estas panquecas não precisam de muito doce. São óptimas simples. E são super fofas.

Acompanhei com um batido de leite de amêndoa e morangos. Uma delicia.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Panquecas proteicas de chocolate FIT e saudáveis

Estou absolutamente fã de panquecas. Curioso que até nem era das coisas que mais gostava e até achava estranho tanta gente do mundo do "FIT" e do "saudável" amar panquecas. Tenho de dizer que uma das razões para eu não gostar era o facto de ter feito umas quantas vezes e a massa ter agarrado à frigideira. Percebo agora que um dos factores fundamentais para a coisa dar resultado é ter uma frigideira que seja efectivamente anti aderente.

No entanto também admito que não tinha ainda encontrado "aquelas" receitas perfeitas. Até agora...

Depois de ter encontrado esta receita perfeita e super simples, quis inventar e acrescentar algum sabor extra bem como alguma proteína extra. Lembrei-me então da  Whey de chocolate e depois de algumas pesquisas, inventei.

Aqui vai o resultado da minha invenção bem saborosa, FIT e saudável:

- 2 colheres de sopa de farinha de aveia
- 1 colher de sopa de farinha de coco (eu usei coco ralado e também ficaram óptimas)
- 1 scoop de whey chocolate e avelã
- 1 ovo
- leite de amendoa qb

Misturei tudo com a varinha mágica até ficar um creme que escorria pela colher. Frigideira bem quente e untada com um fio de azeite, reduzir a temperatura da frigideira até meio e colocar colheradas deste resultado.

Deu para 6 panquecas. E o melhor de tudo é que mesmo de um dia para o outro ficam óptimas por isso dá para fazer na noite anterior, guardar e levar para o pequeno almoço do dia seguinte ou snack antes do gym.

Não são muito doces, mas têm o sabor da whey de chocolate que é ótimo. Podem rechear depois com o que quiserem e ainda ficam melhores.



sábado, 18 de janeiro de 2020

Panquecas FIT saudáveis sem açucar e sem gluten

Não sou grande apreciadora de panquecas e confesso que é raro as panquecas me sairem bem. Mas, quando saem, tenho mesmo que registar o feito para ver se consigo repetir mais tarde. Estas admito, sairam espectacularmente bem e mais uma vez, apesar de me ter ido inspirar no Instagram da Pitada do pai , acabaram por ser também uma invenção minha pois achei que ficavam melhores... e não é que ficaram. 

Vamos lá ver então:



Não sou assim espectacular no empratamento para a foto mas pronto, considerem reality world. E acreditem, estavam mesmo, mesmo boas.

Aqui vai a receita:
- 1 ovo
- 4 colheres de sopa de farinha de aveia sem gluten
- 1 banana madura
- bebida vegetal qb (usei leite de aveia)

E depois é do mais facil que há. Triturar tudo e depois ir acrescentendo a bebida vegetal até fica uma consistência mais cremosa.

Na frigideira é importantissimo ser uma boa frigideira e depois seguir os passos aconselhados no instagram da pitada do pai.

Pincelar a frigideira com um fio de azeite e deixar aquecer (mas não muito). Colocar colheradas do creme na frigideira e virar quando começar a formar bolhinhas. Antes e fazer nova rodada, deixar esfriar a frigideira um pouco, voltar a pincelar e repetir o processo.

Nas minha acrescentei iogurte grego natural, uns mirtilos e um fio de mel. DELICIOSAS. 

Chili Vegan com lentilhas delicioso e super rápido

Como já disse anteriormente, uma das decisões deste ano 2020, que nem foi minha mas aplaudi de pé, foi reduzir o consumo e carne. Vai dai que decidi que ia tentar que, pelo menos 1 vez por semana, fizesse uma refeição vegan. 

A semana passada fiz a moqueca de grão e esta semana, andei a ver em vários blogs em busca de inspiração para fazer um novo prato. 

O prato escolhido para esta semana foi Chili Vegan com lentilhas e feijão preto. Inspirei-me em vários blogs, entre eles o Panelinha de Sabores, no entanto esta, acabou por ser um bocado invenção minha. 

Vou colocar aqui os ingredientes que levou:
- cebola (eu não coloquei pois apercebi-me que não tinha)
- meio pimento vermelho
- meio pimento verde
- azeite qb
- 4 colheres de sopa de polpa de tomate
- 2 colheres de sopa de molho mexicano vegan
- um punhado de abobora cortada aos cubos
- lentilhas verdes biologicas (em lata)
- Feijão preto (em lata)
- Milho (lata pequena)
- sal e meio cubo de caldo de legumes






Depois, a elaboração é muito fácil e rapido. Num tacho refoguei o azeite com os pimentos e a abóbora, acrescentei a polpa de tomate e o molho mexicano e deixei refogar uns 5 minutos. Acrescentei a lata de lentilhas escorrida com uma caneca de água e deixei cozer até a água começar a evaporar. Quando a água estiver quase toda evaporada (mais ainda com alguma), acrescentei o feijão preto, mexi bem durante uns 2 minutos, acrescentei o milho e voilá. 

Ficou fantástico. Confesso que fiquei surpreendida comigo mesmo porque estava mesmo, mesmo bom. Melhor até do que o chili normal. Quem quiser mais picante e apreciar pode colocar uma malagueta pequena partida mas nós gostamos assim. Estava tão bom que o critico cá de casa, o meu marido começou a medo e a torcer o nariz e acabou por repetir o prato.

Ainda não consegui foi convencer os meus filhotes a provar sequer. Mas isso é outra luta. 


segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Moqueca de Grão - Vegan

No inicio do ano escrevi aqui que, a nível de dietas, a única coisa que me faltava experimentar era o veganismo ou vegetarianismo. Juro que quando escrevi, estava longe de imaginar que ia ser uma cena que ia de facto experimentar mas, eis se não quando, o meu marido (JP) um dia, se vira para mim e diz. "Este ano vamos reduzir o consumo de carne, vamos apostar em refeições mais vegan ou vegetarianas. " Isto, depois de ter visto um documentário na netflix que exemplificava vários casos de desportistas que melhoraram imenso a sua performance após a redução do consumo de carne. O documentário explicava os benefícios de uma dieta com menos carne e os malefícios do consumo exagerado de carne. 

O documentário chama-se The Game Changers

Ora nós, que se há coisa que não somos é radicais, aliás eu nunca fui em radicalismos, adorei a ideia de... e se reduzíssemos sim o consumo de carne sem a excluir totalmente claro, pois continuamos a adorar a nossa picanhazinha?

Se bem o pensámos, melhor o fizemos e nesse dia, saquei do meu telemóvel e comecei a ver alguns vídeos de uma amiga nossa, mãe de um dos guarda redes de Futsal da equipa onde os meus miúdos jogam, a Evagoodlife. Eu já conhecia o canal dela e ficava sempre babada com os pratos que ela fazia, mas nunca tinha tido oportunidade de colocar mãos à obra. Até... este fim de semana. 

Para começar, escolhi um prato que ela diz ser praticamente do agrado de toda a gente e que foi inclusivamente implementado num colégio da zona. Pareceu-me bem e muito fácil de realizar, coisa que me interessou já que a cozinha não é propriamente o meu forte. 

O prato escolhido foi a Moqueca de Grão e vejam só o resultado final: 



O acompanhamento foi também uma novidade para mim. BULGUR. A receita foi tirada totalmente da Evagoodlife:


Moqueca de Grão

- receita vegan -
Ingredientes:
• 500g de grão cozido • 1 cenoura • 1 curgete
• 1 pedaço de 1 cm de gengibre • 1 cebola • 2 dentes de alho
• 1 c.café de curcuma (açafrão) (opcional) • 3 tiras de pimento vermelho (opcional) • 1 lata de leite de coco
• 1 molho de coentros • 3 c.s. de polpa de tomate • azeite q.b
• 1 c.s. de sumo de limão
1. Picar a cebola, o alho e o gengibre finamente e refogar num fio de azeite. Temperar com uma pitada de sal e uma colher de café de curcuma.
2. Juntar a cenoura ralada, o pimento vermelho e a curgete cortada em pequenos pedaços e deixar refogar 1 minuto.


3. Juntar a polpa de tomate e deixar cozinhar durante alguns minutos. Caso seja necessário pode juntar um pouco de água para não pegar ao fundo e os legumes cozinharem melhor
4. Adicionar o grão cozido (lavar bem antes, se for de lata) e envolver bem todos os legumes, deixando cozinhar durante cerca de 10 minutos para que os sabores se misturem e os legumes fiquem macios.
5. Acrescentar o leite de coco, temperar com sal marinho e deixar cozinhar para apurar os sabores durante mais cerca de 10 minutos. Temperar com umas gotas de sumo de limão e se necessário acrescentar um pouco de bebida vegetal, para obter um molho cremoso
6. Servir com coentros picados por cima a acompanhar um arroz integral ou bulgur e uns verdes escaldados ou uma salada fresca.



Ingredientes:

• 1 chávena de Bulgur
• 1 dente de alho
• ½ caldo de legumes biológico (opcional)
• 2 chávenas de água
• sal marinho q.b.
• 1 folha de manjericão
• azeite q.b.


1. Num tacho, coloque um fio de azeite e salteie o bulgur com o dente de alho inteiro e umas folhas de manjericão, durante alguns minutos ou até dourar.
2. Adicione a água, o caldo de legumes se usar e o sal marinho. Tape e cozinhe cerca de 10 minutos, até absorver toda a água. Apague e deixe repousar tapado mais 5 minutos.

3. Solte os grãos com a ajuda de um garfo e reserve.


Então e gostámos?

Eu e o JP sim. Eu AMEI. Achei mesmo delicioso e francamente nem esperava que fosse tão saboroso. O JP também diz que gostou (pelo menos comeu tudo e repetiu o que é um bom indicador)

Os miúdos? Bom. Os miúdos são um bocado esquisitos com tudo o que é diferente. O meu T ainda comeu qualquer coisa pois gosta muito de grão e até não desgostou do Bulgur mas o D só me dizia que não era Vegan e queria comer a sério. Provou claro mas não apreciou. Estranhei pois normalmente até é o melhor boca aqui de casa e menos esquisito. Mas pronto, não estava nos seus dias de experimentar cenas novas.

Para mim foi uma experiência excelente e a repetir. Pelo menos 1 x semana um prato vegan novo. Vamos ver o que vai sair da próxima vez. Conheçam o canal da Evagoodlife e vejam só as maravilhas que ela faz.

Creme Millet com maçã - uma delicia vegan e sem gluten

Há que tempos que andava para experimentar fazer como pequeno almoço, uma papa de Millet com maçã que experimentei há uns tempos num fim de semana / retiro com umas amigas. Esta papa é deliciosa e o melhor de tudo: Sem glúten, sem açúcares refinados. A receita é do canal da Evagoodlife que tem receitas maravilhosas, vegans e macrobióticas. 

https://youtu.be/SAIlJge2bhw

Eis o resultado final: 



CREME DE MILLET COM MAÇÃ Ingredientes: • 1 chávena de café de millet • 5 a 6 chávenas (de café) de água • 1 chávena (de café) de “leite” vegetal • 1 maçã • 1 pitada de sal • baunilha (opcional) 1. Lave o millet em água fria e de preferência deixe de molho alguns minutos, ou até mesmo a noite toda. 2. Num tacho coloque a maçã cortada em cubos, o millet, a água, a pitada de sal e deixe levantar fervura e cozinhe durante 20 minutos em lume médio, mexendo de vez em quando. 3. Adicione a bebida vegetal e a baunilha e cozinhe mais 5 minutos. 4. Triture tudo com a varinha mágica. 5. Sirva com mirtilos ou outra fruta, avelãs ou amêndoas tostadas e se quiser pode adoçar com geleia de arroz, ou outro adoçante do seu gosto. Na BIMBY: 1. Lave o millet em água fria e de preferência deixe de molho alguns minutos, ou até mesmo a noite toda. 2. Coloque no copo a maçã cortada em cubos, o millet, a água, a pitada de sal e programe 20 min./ temp 100º/vel. 2 3. Adicione a bebida vegetal e a baunilha e cozinhe mais 5 min./Temp. 100º/vel. 2 4. Triture tudo 1 min./vel. 7 O que sobrar, guarde no frigorífico e quando for servir aqueça a dose que pretende com um pouco de água ou bebida vegetal para voltar a ficar cremoso. Millet É um cereal alcalino e isento de glúten. Tem uma ação diurética e é muito rico em Ferro. É especialmente indicado para pessoas que têm problemas de estômago, baço e pâncreas, sendo eficaz na prevenção da diabetes, mantendo os níveis de açúcar no sangue estáveis. É o cereal que mais nutre a energia solo, sentida particularmente na altura do fim do Verão. É bastante versátil, podendo ser usado como puré, em sopas, papas, empadões, croquetes, com legumes, etc. Antes de o cozinhar deverá ser lavado em água fria e demolhado alguns minutos, para libertar a sua primeira camada de sabor amargo (as saponinas).

Receita da Evagoodlife



quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Crackers

Quem é que precisa de comprar tostas quando se podem fazer em casa umas tostas ainda melhores e mais saudáveis do que as de compra.

Basta para isso ter:

1 chávena de farinha de amêndoa
1 clara
sal
alho
especiarias a gosto (no meu caso coloquei sal, oregãos e alho)

Misturar tudo, fazer uma bola com a mão até estar tipo pasta e depois achatar o mais fininho possivel num tabuleiro forrado com papel manteiga e cortar com uma faca ou cortador de pizza.

Vai ao forno 190 graus, 10/15 minutos, dependendo se queremos mais ou menos estaladiças.

Que maravilha.




terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Tarte de maçã fácil e sem culpa

Esta receita de tarte de maçã é tão fácil mas tão fácil como é boa. Tenho de dar os créditos à Maria do Desafio Saudável da Maria, pois é mesmo destas receitas que eu gosto.

A receita original está lá no blog dela. A minha é meio adaptada pois não tinha exatamente a quantidade de maçã que ela referia.

- 1Kg de maçãs (usei 800 gramas de maçã inteiras, descascadas)
- 2 gemas
- 1 ovo inteiro
- 1 colher de sopa de mel
- 200 gramas de farinha de amêndoa (ou aveia)

Cozer as maçãs com um pau de canela e canela em pó. Deixar esfriar. Escorrer, triturar e juntar mel. Colocar a farinha num recipiente e juntar 1 ou 2 colheres de sopa de maçã triturada. Amassar bem até fazer uma massa compacta e moldável. Juntar mais farinha ou maçã até ficar moldável. Numa forma de silicone, forrar com a massa de forma a que esta fique bem fininha. Levar ao forno durante 40 min a 180 graus. Controlar a massa de vez em quando, a ideia é que esta fique estaladiça sem queimar.

Deixar esfriar novamente. Enquanto isso, juntar à maçã triturada 2 gemas e 1 ovo inteiro. Mexer bem até ficar um creme esbranquiçado. Provar e ver se está bom de doce. Se quiser colocar mais um pouco de mel. Deitar o preparado na forma e partir mais 1 ou 2 maçãs de forma a cobrir a tarte. Levar ao forno mais 25 min a 180 graus.

Polvilhar de canela e deixar arrefecer (ou não) :)

A tarte é maravilhosa para um lanche ou até mesmo pequeno almoço com umas colheres de sopa de iogurte grego.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

42 anos em estilo paleo

42 anos festejados em estilo paleo com o meu primeiro bolo paleo.

BOLO DE CACAU E ALFARROBA

Receita original da mamapaleo aqui

A minha receita:



5 ovos
4 colheres de sopa de cacau puro
4 colheres de sopa de farinha de amêndoa
2 colheres de sopa de farinha de alfarroba
2 colheres de sopa de óleo de coco
4 colheres de sopa de leite de coco (mínimo 85% coco)
4 colheres de sopa de leite de amêndoa
1 colher de chá de fermento sem glúten
Pitada de sal
4 colheres de sopa de açucar de coco e 2 de mel
(Gostamos do bolo docinho, além disso a única pessoa paleo sou eu)
Para a cobertura:
1 embalagem de natas frescas
Framboesas congeladas trituradas com 1 colher de mel.

Preparação:

Separe as gemas das claras. Bata as claras em castelo e reserve.

Com uma varinha mágica ou liquidificadora misture todos os outros ingredientes. Após obter uma mistura homogénea, envolva as claras.

Coloque o preparado numa forma de silicone ou noutra forma barrada com óleo de coco e polvilho e leve ao forno (pré-aquecido) a 190º durante cerca de 30min ( pode variar um pouco dependendo do forno)

Para a cobertura:
Bater as natas frescas e barrar o bolo. Triturar os morangos com mel e cobrir o bolo.
---------------------------                 ---------------------------                  -------------------------------
Para primeira experiência até nem ficou mau. Foi uma aventura levar o bolo ao restaurante pois com o balanço do carro e o sol a bater, as natas e os morangos começaram a escorrer e fiquei com as calças todas sujas de natas. Apesar disso o bolo estava muito bom. É leve, doce, sabe a chocolate e um pouco de alfarroba. Os miúdos não gostaram muito. Mas eles também não são grandes apreciadores de bolos de aniversário. A minha sogra também não achou piada ao bolo (para ela provavelmente devia estar ainda mais doce). De resto todos comeram e gostaram.
Já perceberam que da minha parte agora vão ter de gramar um Natal paleo. Quem gosta come, que não gosta que leve outra coisa. :)